Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt

Uma das maiores alegrias de Maria, são os títulos que seus prediletos filhos a concedem. Incontáveis são esses ensejos dos filhos dispersos pelo mundo. Cada título quer demonstrar uma gratidão à Nossa Senhora, Mãe do Redentor. O título atribuído a Ela, é um reconhecimento de um acontecimento, que assim poderíamos dizer, salvífico. Salvífico, porque está carregado da ação de Deus. O título expressa uma experiência religiosa de uma pessoa, ou de um grupo com o transcendente. Neste contexto, uma experiência mariana. Atrás de cada título de Nossa Senhora tem uma linda história de fé, operado por Deus Trino, através da intercessão de Nossa Senhora. Deus Trino preferencialmente através das Causas Segundas.

O Padre José Kentenich e um grupo de rapazes, nos anos de 1914 e 1915, estavam buscando uma imagem para colocar na capelinha, local conhecido hoje como Santuário Original da Mãe Rainha.

No dia 19 de abril do ano de 1915, foi entronizado, pelo grupos de rapazes e o Padre José Kentenich, o quadro da Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt (Mater Ter Admirábilis – Mãe Três Vezes Admirável) no Santuário Original, na cidade de Vallendar, bairro de Schoenstatt, na Alemanha. Este quadro foi pintado pelo artista italiano Luigi Cróssio no século XIX. Ele também pintou um quadro, no mesmo estilo, onde São José segura o menino Jesus. O quadro da Mãe Rainha foi comprado pelo professor Huggle que lecionava no colégio onde estudavam os rapazes que o Padre Kentenich acompanhava espiritualmente. Ele sabendo do desejo dos rapazes, encontrou este quadro num antiquariato no sul da Alemanha, adquirindo-o. O mesmo caiu no gosto dos rapazes que estavam em busca de uma imagem mariana.

Santuário Original, situado no bairro de Schoenstatt, cidade de Vallendar,  foi nesse local que se originou e difundiu-se a devoção à Mãe Rainha, e posteriormente, durante a Segunda Guerra Mundial, difundiu-se a construção de Santuários idênticos a este. Por isso, o primeiro ficou nomeado de Original. A Construção de outros Santuários idênticos surgiu da experiência da vida, experiência da vinculação ao local. Pessoas que vivenciaram uma experiência profunda de oração e espiritualidade no Santuário, queriam ter essa experiência mais perto e partilhar com outros; e assim, deu origem ao surgimento de novos Santuários da Mãe Rainha. Hoje, para construir um Santuário da Mãe Rainha Três Vezes Admirável, pede-se autorização para a Presidência Nacional da Família da Schoenstatt, que avalia as condições, da possibilidade ou não para tal construção.

Mãe – Maria, primeiramente Mãe do Salvador, acompanhando todo o seu tempo de vida na região da Galileia até os últimos momentos em Jerusalém, no alto do Calvário. Ela nos foi dada como Mãe por Jesus Cristo no acontecimento da cruz: “Eis ai a tua Mãe! ” (Jo 19, 27). Como Igreja formamos o corpo místico de Jesus Cristo tendo Maria como nossa Mãe. Inquestionável é seu papel de mãe operante na história da Igreja, e também na história pessoal de cada um dos seus filhos, principalmente aqueles que cultivam um maior vinculo de espiritualidade com Maria.

Rainha – Maria, em preparação à maternidade divina, foi concebida sem pecado; sendo a criatura mais perfeita, a obra-prima da criação. Na anunciação, narrado em Lucas (1,31), o Anjo disse-lhe: “Eis que conceberás e darás à luz um Filho… Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará na casa de Jacó para sempre, e o seu reinado não terá fim” Depois de sua assunção ao céu ela foi coroada como Rainha do céu e da terra. Em Schoenstatt tem-se o costume de coroar Maria como Rainha, em reconhecimento por todas as obras que tem acontecido, e perscruta-se que por detrás está a mão divina. A coroação de Maria está unida intimamente com o crescimento na Aliança de Amor que se faz com Maria. Em 10 de dezembro de 1939 foi corado Maria pela primeira vez, diante da grande dificuldade que tinha naquele então, diante no Nacional Socialismo que perseguia a Igreja e também Schoenstatt[1].

Vencedora – No Antigo Testamento, no relato da criação vemos o relato onde teologicamente interpleta-se o papel de Maria: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre tua linhagem e a linhagem dela. Ela te esmagará a cabeça…” (Gen. 3,15). Lê-se que Deus dá os poderes para a nova mulher, que é Maria, e ela vencerá os poderes do mal.

A experiência histórica das pessoas que buscavam viver a espiritualidade surgida no vale de Schoenstatt, mais especificamente o Padre José Kentenich, comprova que Maria foi a grande vencedora de todas as batalhas. Este movimento de espiritualidade por grandes perseguições passou e por todas saiu mais fortalecido, mesmo sofrendo dores.  

Três Vezes Admirável – Mater ter Admirabilis. A procedência desde título no remete ao padre jesuíta Jakob Rem (1546-1618) que durante uma experiência mística, solicita aos jovens que pertenciam a uma comunidade de elite da Congregação Mariana e estavam cantando as Litanias, que repetissem o título que tinham terminado de cantar, por 3 vezes. O título era “Mater Admirábilis” (Mãe Admirável). Esse grupo começa a usar o título Três Vezes Admirável para nossa Senhora.

O Padre Kentenich assume esse título desde o ano de 1915, atribuindo aos jovens de então, o mesmo desafio que o Pe. Jakob Rem tinha provocado nos jovens do seu tempo em Ingolstadt, sul da Alemanha, no século 17. “A renovação da Igreja e da sociedade no seu tempo.”[2]

O Pe. Kentenich, nos seus retiros também atribui a Maria as 3 dimensões de ser Admirável: Por ser: Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos remidos.

De Schoenstatt – É um bairro na cidade de Vallendar, Alemanha, onde começou o Padre Kentenich com um grupo de jovem realizando a Aliança de Amor no dia 18 de outubro de 1914, numa capelinha, a qual conhecemos hoje como Santuário. Antecedendo e sucedendo esse acontecimento vai-se formando a espiritualidade animada pelo Padre José Kentenich. Como ele também morava nesse local, ficou como referência a espiritualidade ali surgido. A palavra significa “belo lugar”. Com o tempo tornou-se um local de intensas peregrinações, realizando uma “profecia” do próprio Pe. Kentenich àqueles jovens da primeira geração. Ele queria fazer daquele lugar um lugar de grandes peregrinações e que as pessoas que ali chegassem para rezar sentissem como se estivessem no Tabor: “Aqui é bom estar.”

Toda essa missão confiada por Deus através de seu instrumento Pe. José Kentenich quer perdurar através dos tempos nos seus filhos espirituais; isto é, em nós. Formar uma nova Igreja e uma nova Sociedade é um desafio para cada nova geração. O Pe. Kentenich somente via como possibilidade essa transformação através de uma Aliança com Maria, a Aliança de Amor. Uma cultura da aliança.

Temos um desafio de gerar uma nova Cultura com uma impronta mariana. Isto é, a partir de nossa Aliança de Amor com Maria queremos gestar um nobre estilo de vida que transforme a realidade. Cultura não é aquilo que entra por nossos olhos e ouvidos, mas aquilo que transforma nossa forma de ser. Através do processo da auto-educação, formação do homem novo; queremos, talvez, ao estilo dos monges chegar ao estado de Hesychia. Hesychia é um estado de paz de espírito, mente e corpo que se alcança desde a fé; isto é, com a Graça de Deus e também dedicação humana. Gerar uma cultura do amor.  

Pe. Vandemir J. Meister, ISch.

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[1] Schoesnstatt Lexikon. Fakten, Ideen, Leben. Patrix Verlag, 1996, p.206.

[2] Idem, p. 60-61.

Padre Mirinho e a imagem da Mãe Rainha nos grupos do Terço dos Homens

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Cruz da Unidade e a Aliança de Amor para os Homens do Terço.

ALIANÇA DE AMOR – CRUZ DA UNIDADE

No ano de 2013, ano da Fé, ano da missão, foi também o ano que nasceu uma “Corrente de Vida,” dentro do Terço dos Homens Mãe Rainha, sobre a Aliança de Amor.

A CRUZ DA UNIDADE É O SIMBOLO PARA TODOS OS HOMENS DOS DO TERÇO QUE SELAREM A ALIANÇA DE AMOR.

  • O uso
  • História da Cruz da Unidade  
  • A teologia
  • Atualidade para o THMR

A – Prática do uso

A Cruz da Unidade já se tornou um patrimônio universal da Igreja. Ela é usada por muitos cristão no orbe terrestre.

O Movimento Apostólico de Schoenstatt (Movimento da Mãe Rainha) tem o costume de que quando alguém sela a Aliança de Amor com Maria, usa um símbolo para expressar e marcar esse momento.

O uso no grupo do Terço dos Homens é a Cruz da Unidade de cor vermelha no fundo. Ela tem uma grande riqueza teológica contido na sua simbologia; a qual será explicada abaixo.

Caso não se consiga adquirir a Cruz da Unidade de cor vermelha no fundo, pode ser outra, contanto que seja a Cruz da Unidade.

B – História da Cruz da Unidade

Cruz da Unidade foi criada no Brasil, mais propriamente em Santa Maria/RS, no ano de 1959/60, por um padre de Schoenstatt chamado Padre Angel Vicente Cerró, de origem chilena. Na cidade de Caxias do Sul, local que naquela época tinha uma empresa de fundição, foi fundido em metal a Cruz. Seu tamanho é de aproximadamente 30 cm de altura. O fundo da Cruz era para ser de cor vermelho, mas devido à falta do desenvolvimento da técnica de derretimento do esmalte na região, a cruz ficou na cor do ferro, e fundo dourado, como se vê na foto.

A Cruz surgiu da necessidade de um grupo de jovens seminaristas expressarem sua entrega ao sacerdócio de Cristo e serem unidade para a Família de Schoenstatt. Na parte de traz da cruz foi inscrito em latim: “Unum in Sanguine – Clarificate” (Um no Sangue – Glorifica-te) e também uma pequena coroa, que significa a coroação de Maria e o pedido de que Maria fosse a Rainha que realizaria a unidade.

No ano 1960 a Cruz da Unidade foi levada para o Chile, para a capital Santiago; onde colocaram sobre o altar do Santuário da Mãe Rainha no dia 24 de dezembro, para que ela fosse o símbolo da unidade da Família de Schoenstatt em Santiago. Naquele tempo o Movimento daquele lugar estava passando por dificuldades entre os membros, e pedia-se pela unidade dos mesmos.

Ao entregarem a Cruz à Mãe de Deus, durante uma celebração eucarística, no dia 24 de dezembro, no Santuário da Mãe Rainha em Bellavista, o milagre da unidade da família, que até o momento viviam com muitas tensões, produziu-se.

A Cruz da Unidade é atualmente, uma das cruzes mais difundida em do mundo, e usado por muitos católicos e comunidades religiosas; e que, no entanto, não conhecem a história de origem desta cruz.

Ela foi presenteado ao Papa Paulo VI no ano de 1972, na festa de Pentecostes. O Papa João Paulo II recebeu uma Cruz da Unidade de presente no dia 29 de novembro de 1980 dos Padres de Schoenstatt. Também o Papa Francisco recebeu uma.

Em todos os Santuários da Mãe Rainha no Brasil a Cruz da Unidade está sobre o tabernáculo.

C – Teologia

A Cruz da Unidade é portadora de uma grande simbologia Cristológica e Mariana.

Os jovens seminaristas no ano de 59/60 quiseram expressar na Cruz da Unidade, o perfil da Cristologia Schoenstattiana: a imagem de Cristo que o Padre Kentenich quis acentuar para a Igreja atual.

Cristo responde a carência de todas as épocas. Sua Palavra transforma os distintos momentos da humanidade e quer também agora ser resposta.

A Cruz da Unidade quer expressar o Cristo dos Vínculos. Vínculo é a grande carência do mundo atual. Mesmo com o excesso de comunicações, meios que nos facilitam o diálogo, os contatos; os homens vivem uma solidão existencial pela falta de vínculos.

A Cruz não separa a dimensão natural da dimensão sobrenatural. Ela quer expressar a organicidade e unidade entre os dois mundos, que também algum dia todos os homens vão participar de ambos. Nela está o Vínculo de Cristo com Maria, vínculo de Cristo com o Espírito Santo e vínculo de Cristo com o Pai.

Maria está unida a Cristo, na cruz, numa aliança indissolúvel. Maria e Cristo estão no alto da Cruz. Maria está participando do momento culminante da entrega de seu Filho no alto do Calvário. E também, Maria participa ativamente da Igreja nascente do costado de Cristo, na Cruz. Ela é, a partir do momento da cruz, a portadora, no cálice, do sangue redentor de seu Filho para o mundo.

Unir-se à Maria através da Aliança de Amor, é unir-se ao mistério de Maria junto à Cruz, que assume o papel de ser a Igreja nascente. A Aliança de Amor é um crescimento em profundidade da Aliança Batismal que nos torna filhos de Deus.

Maria ao pé da cruz torna-se a Colaboradora e Companheira permanente de seu Filho; e quer fazer-nos, também, parte desta grande missão que assumiu junto ao seu filho.

Na Aliança, através da mão educadora e intercessora de Maria cresce-se na corresponsabilidade de ser um colaborador de Cristo na Obra da Redenção, tal como foi Maria, construindo a Igreja na entrega, caridade, resiliência e magnanimidade.

A Cruz da Unidade tem uma forma de ovo. Ela, em si, não tem pontas. Ela tem uma harmonia de desenho onde não se contempla “esquinas”. Essa forma oval quer expressar a vida orgânica existente. O ovo tem em si, em forma latente a vida; e, quando bem condicionado (processo de chocar) irá produzir vida. A cruz, ela também, quando bem condicionada em nossa vida diária, irá produzir vida, e vida em abundância. A cruz não é sinal de morte, mas de entrega amorosa e de vida nova; a Ressurreição.

Olhando a Cruz percebe-se no alto da mesma o olho do Pai. O Pai que acompanha todos os momentos do filho. Em Mt 3,15 Deus Pai se refere ao seu filho: “E do céu baixou uma voz: Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição.” Jesus também em várias oportunidades referiu-se ao Pai, e um dos dizeres mais forte é quando ele diz: “Quem me vê, vê o Pai.”

No fundo da Cruz predomina a cor vermelha que simboliza o sangue de Cristo derramado na cruz, fonte do perdão dos nossos pecados e também de nossa unidade nele. Significa o heroísmo.

A cor vermelha lembra também a presença do Espírito Santo na Crucificação, força e amor que brota do amor de Cristo e que transborda para o mundo.

Maria, ao assumir a missão no pé da Cruz, recebe a missão de Cristo na força do Espírito; e , é  portadora desse Espírito na Igreja nascente sendo a congregante do apóstolos no Cenáculo.

D – Atualidade para o Terço dos Homens

A Cruz da Unidade, um símbolo criado no Brasil, dentro do próprio Movimento Apostólico de Schoenstatt, com uma riqueza de detalhes histórico e teológico tem todo o mérito de ser um símbolo para expressar o momento de Aliança de Amor que surge no THMR.

Ademais, a cor vermelha no fundo, marcando o diferencial e próprio do THMR, lembra aos homens do Terço a necessidade da oração ao Espírito Santo pedindo que seja garante da Unidade do Terço dos Homens Mãe Rainha, na sua mística e organização, e sua fecundidade seja mérito de toda a Igreja.

Os Homens, sejam heróis para viverem a santidade da vida diária no trabalho e na sua família, sendo testemunho e exemplo de fé.

Hoje não se necessita carregar uma cruz no peito; mas necessita-se de peito para carregar uma Cruz da Unidade e ser testemunho da missão.

Pe. Vandemir Jozoé Meister. ISch. Assessor Nacional do Terço dos Homens Mãe Rainha

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Terço dos Homens – uma história, uma realidade!

  1. A história da grande expansão do Terço dos Homens no Brasil a partir da década de 90, começa com o Terço dos Homens Mãe Rainha no nordeste.
  2. O terço, rezado por grupos de homens, sempre existiu na história da Igreja. No Brasil, no tempo da escravidão era comum ter grupos de escravos, separados de acordo com o sexo, que rezavam o terço, promovido pelos missionários. Historicamente os primeiros foram no interior de Pernambuco, conhecido como Terço dos Homens Pretos, formado por escravos, também no interior de Minas Gerais, na época da Colônia, houve grupos de homens que rezavam o terço.
  3. O início do Terço Mãe Rainha poderíamos falar de dois momentos: O primeiro momento deu-se no ano de 1996, em Maceió, na Casa da Mãe Rainha, onde o Sr. Jurandir de Oliveira reunia-se com um grupo de amigos e rezavam o terço enquanto suas esposas realizavam as reuniões de organização da Campanha da Mãe Peregrina. No ano de 1997, a Sra. Oneida Araújo da Silva, missionária da Mãe Peregrina, participando de uma das reuniões, viu os homens rezando o terço e levou a iniciativa para sua paróquia em Jaboatão dos Guararapes/PE. Com autorização do pároco formou um grupo de homens para rezar o Terço tendo como padroeira a Mãe Rainha.
    O segundo momento ocorreu no ano de 1997 o Pe. José Pontes, assessorando o Movimento da Mãe Peregrina, encontra-se com essa iniciativa e leva o projeto para o Santuário da Mãe Rainha em Olinda. Convidou um grupo de homens liderado pelo Sr. Antônio Medeiros Costa Filho (+ 13/03/2000) para rezar o terço. Este grupo tem a iniciativa, oferecer à Mãe de Deus, alguns presentes, como Capital de Graças em seu mês de festa, maio, e decidem que cada um deve convidar um outro amigo para participar do terço. Esta iniciativa surpreende a todos, pois em pouco tempo havia um grande número de homens rezando juntos.
  4. O Santuário da Mãe Rainha em Olinda tem como Ideal: “Santuário da Nova Evangelização”. A Divina Providência usa como instrumentos estes homens para expandir o Terço com a espiritualidade da Mãe Rainha, tornando mais um meio de evangelização na Igreja para os dias de hoje. Eles começam a fundar novos grupos nas paróquias e capelas seguindo um Manual inspirado na espiritualidade do título de Nossa Senhora como Mãe e Rainha. Assim, tem início a forte expansão missionária do terço.

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Terço dos Homens Mãe Rainha

O Terço dos Homens Mãe Rainha, uma obra do Espírito Santo, tendo os homens como protagonistas neste tempo de renovação da Igreja, se alimenta de uma espiritualidade mariana própria, para dar vitalidade àquilo que se propõe: a oração do Terço.

Através deste site, queremos oferecer subsídios para os grupos, e assim os mesmos serem mais fecundos como um espaço de oração e partilha da fé entre os homens.  

www.tercodoshomens.org.br  http://www.tercodoshomensmaerainha.org.br