“Com o Terço, em diálogo com a vida, Herói hoje!”

A Linha do Ano — que neste ciclo propomos como um biênio (2026-2027) — é composta por um conjunto de elementos que servem de referência e inspiração espiritual para o caminho do Terço dos Homens ao longo do período. Seu objetivo é orientar e propor elementos de espiritualidade e ações para fortalecer a vivência comunitária, eclesial, e crescimento de cada um dos membros do Terço dos Homens para que, unidos, possamos caminhar em uma mesma direção.
As propostas de conteúdos oferecem base para a preparação de retiros, encontros e momentos de vivência, ajudando a manter o foco na dimensão espiritual do movimento. Muitas vezes, nesses encontros, abordam-se temas que pouco dialogam com a espiritualidade, o que nos faz perder uma preciosa oportunidade de refletir sobre Cristo, Maria, a missão do Terço dos Homens na Igreja e o chamado à santidade.
Os elementos apresentados a seguir são pistas e sugestões práticas que podem ser desenvolvidas de forma criativa e profunda nos retiros ou momentos formativos dos homens do Terço.
- Introdução e Visão (2026 – 2027)
- Lema 2026-2027: “Com o Terço, em diálogo com a vida, Herói hoje!”
- Âncora bíblica: “Sê fiel até a morte e eu te darei a coroa da vida” (Ap 2,10).
- Plano de Ação Nacional:
- Coroações das Imagens,
- Equipes diocesanas para Preparação da Consagração à Nossa Senhora (através da pedagogia da Aliança de Amor),
- Carta dos coordenadores diocesanos.
- Inspiração: Venerável João Luiz Pozzobon — um leigo “herói hoje” que, com o terço e a imagem da Mãe e Rainha, visitou às famílias, fez do terço um caminho de santificação e serviço, e educou-se na fidelidade à Mãe Rainha através da Consagração.
- Meta: Jubileu dos 30 anos (2027) do Terço dos Homens.
Propósito do Programa:
- Unidade na fonte: Retomar a origem que inspirou o movimento do Terço dos Homens Mãe Rainha : oração do terço através do manual que nos une “Campanha do Manual na Mão”, perseverante e missionária, em aliança com Maria, no espírito do Movimento da Mãe Rainha/Schoenstatt.
- Fidelidade à Missa: Enraizar o Terço na Eucaristia, para que a oração brote do altar e conduza a ele. Do Terço à Eucaristia dominical/semanal.
- Espiritualidade e serviço: Formar homens que rezam, se santificam na vida cotidiana e servem a sua família e a Igreja, a exemplo do Venerável João Luiz Pozzobon.
- Presente à Nossa Senhora: Coroação: Reconhecendo Maria como Mãe e Rainha, nossa Mãe e Educadora realizar, ao longo deste tempo, uma cruzada de coroação das imagens do Terço dos Homens, consagrando grupos, lares e lideranças à sua realeza.
Síntese do biênio:
- Três ações nacionais:
1 – Campanha de coroações das Imagens dos Grupos,
2 – Equipe diocesana de formadores de Aliança de Amor,
3 – Cartas aos párocos e bispos.
- Três eixos:
1 – Unidade,
2 – Espiritualidade,
3 – Serviço.
- Três fidelidades:
1 – Terço,
2 – Missa,
3 – Consagração à Nossa Senhora através da Aliança de Amor.
- Três atitudes:
1 – Diálogo com a vida,
2 – Heroísmo cotidiano,
3 – Missionariedade.
2) Unidade dos Homens do Terço: voltar à fonte
A. O que entendemos por “fonte”?
O que entendemos por “Fonte”?
- Santuário
Quando falamos em “Fonte”, referimo-nos ao lugar espiritual e histórico onde tudo começou: a origem viva que deu sentido e fecundidade ao Movimento do Terço dos Homens Mãe Rainha. Essa fonte não é apenas um marco no tempo, mas um espírito que deve permanecer: simplicidade, oração fiel, amor a Maria e missão.
- Mãe e Rainha
A fonte é, antes de tudo, amor pessoal que nasce do coração à Nossa Senhora, reconhecendo-a como Mãe e Educadora. É Ela quem transforma corações, renova vidas e desperta lideranças comprometidas com a Igreja e com o Movimento. Esse amor não é sentimentalismo; é uma entrega que nos leva a amar mais a Jesus Cristo, porque quem ama Maria, ama seu Filho com maior profundidade.
- Heróis (os primeiros congregados, Pe. Kentenich, etc)
A fidelidade àqueles que iniciaram o Movimento é essencial. Foram homens simples, perseverantes, que rezaram com amor e deram origem à linda fecundidade que hoje vemos. Se temos este movimento vivo e forte, é porque a primeira geração foi fiel. Para que haja crescimento e frutos hoje, precisamos olhar para essa fidelidade, inspiração e missionariedade que marcaram o início. Não podemos perder esse espírito!
- Considerações atuais.
Por isso, é necessário evitar ideologias separatistas, que usam princípios religiosos fora de contexto para justificar divisões. Esse tipo de atitude já causou cisões na própria Igreja ao longo da história. A soberba, o orgulho, a arrogância e a falta de humildade geram lideranças individualistas e separatistas, que ferem a unidade e a missão dentro da Igreja, mais concretamente na vida diocesana e paroquial do Terço dos Homens. O verdadeiro coordenador é humilde, ouvidor, servidor e fiel à fonte, um homem que está em constante diálogo. Quando o mesmo começa a se afirmar: eu fiz isto, eu fiz aquilo, acentuando sua pessoa, começa o fermento da necessidade de auto-afirmação e com isso a degeneração de sua liderança. Pois o mesmo esquece que na Igreja usamos as palavras de unidade: nós, comunidade, grupo, juntos, sinodalidade, etc.
O Movimento do Terço dos Homens Mãe Rainha só será fecundo se permanecer unido à sua origem: oração, amor a Mãe Rainha, fidelidade à Igreja e espírito missionário a exemplo do Pe. Kentenich e outros (“cada homem convida outro homem”). Essa é a fonte que nos sustenta e nos envia.
- Missão
Princípios permanentes e constante vigilância em nossos grupos.
Zelar pela organização (ver pág. 18 ss Manual Oficial), a mística do ritual do Terço como propõe o Manual Oficial, Imagem Oficial da Mãe Rainha no Grupo do Terço, camisa/camiseta oficial, vida fraterna no grupo, missão concreta, educação para a santidade na vida diária e consagração à Nossa Senhora através da Aliança de Amor.
B. Como viver a unidade, na prática?
A unidade é um dom e uma conquista. No Movimento do Terço dos Homens Mãe Rainha, ela nasce da oração comum, do amor a Maria e da fidelidade à missão. Mas não se limita aos encontros semanais: deve se refletir na vida diária, no trabalho, na família e na comunidade. Viver a unidade é escolher a comunhão acima das diferenças, é colocar Cristo e Maria no centro, e não o próprio ego.
1. Unidade como atitude interior
Unidade começa no coração. É fruto da humildade, da escuta e do respeito. Cada homem é chamado a reconhecer que o grupo não existe para satisfazer ambições pessoais, mas para glorificar a Deus e servir à Igreja. Quando o orgulho, a soberba e a arrogância entram, surgem divisões. A luta pelo poder na liderança é uma tentação real: usar o grupo para projetar-se, buscar status ou influência é contrário ao espírito do Terço. Liderança verdadeira é serviço, não palco.
2. Fidelidade à missão e à origem
O movimento nasceu da simplicidade e da perseverança de homens que rezavam com amor. Essa é a fonte que sustenta tudo. Olhar para a primeira geração nos ensina que fecundidade vem da fidelidade, não da disputa. Quem ama Maria, ama Jesus e a Igreja. Por isso, qualquer projeto pessoal que gere separação ou ideologias deve ser rejeitado. A história mostra que interpretações distorcidas de princípios religiosos já causaram cisões dolorosas na Igreja.
3. Práticas concretas para viver a unidade
- Oração comum: rezar juntos, oferecendo intenções pela comunhão e pela humildade.
- Escuta fraterna: acolher opiniões sem impor ideias; dialogar com caridade.
- Serviço desinteressado: assumir tarefas simples, sem buscar reconhecimento.
- Formação contínua: estudar a espiritualidade do movimento e os ensinamentos da Igreja.
- Correção fraterna: quando houver atitudes de vaidade ou divisão, buscar aproximar-se com amor do mesmo, fraternalmente e em privado para o aconselhamento.
4. Unidade na vida diária
Não basta viver a unidade no grupo; ela deve transbordar para a família, o trabalho e a sociedade. Ser homem do terço é ser construtor de paz, reconciliador, exemplo de honestidade e respeito. Cada gesto de humildade e cada renúncia ao ego são tijolos na construção da unidade.
Unidade é missão e testemunho. É escolher Maria como Rainha do coração e deixar que Ela eduque nossas atitudes. Onde há humildade, oração e serviço, há comunhão. Onde há soberba e busca de poder, há divisão. Que cada homem do terço seja um instrumento de unidade, para que o movimento continue fecundo e fiel à sua origem.
5. Unidade nacional como Terço dos Homens Mãe Rainha.
A unidade nacional do Movimento do Terço dos Homens não é apenas um ideal, mas uma necessidade para manter viva a missão que nasceu do coração da Igreja e da espiritualidade mariana. Essa unidade se constrói a partir de sinais concretos que expressam comunhão, identidade e fidelidade à origem.
a. Manual Oficial do Movimento
O Manual é a referência segura para todos os grupos. Ele garante que a oração, a espiritualidade e a missão sejam vividas de forma coerente com a inspiração original. Seguir o Manual evita improvisações que podem gerar divisões e mantém todos unidos na mesma linguagem e prática.
b. Imagem Oficial da Mãe Rainha
A imagem oficial é mais do que um símbolo: é um sacramental que nos une à fonte de graças do Santuário. Ter a mesma imagem nos grupos reforça a identidade comum e a fidelidade à Mãe e Rainha, educadora e formadora de homens novos. Ela é sinal de que pertencemos a uma mesma família espiritual. Junto com a Imagem Oficial da Mãe Rainha também acompanha a Imagem do(a) Padroeiro(a) da nossa paróquia ou capela.
c. A camisa/camiseta do Movimento
Usar a camisa/camiseta orientada pela Secretaria Nacional não é apenas vestir um uniforme; é assumir publicamente a missão e a identidade do Terço dos Homens. Ela expressa igualdade, fraternidade e compromisso. Quando todos usam a camisa/camiseta, desaparecem distinções sociais, econômicas ou culturais: somos irmãos, unidos pela oração e pelo amor a Maria. A camiseta é sinal de humildade e pertencimento, não de vaidade ou disputa. Os símbolos orientados pela Secretaria para a camisa/camiseta contém as dimensões de Paroquialidade, Diocesaneidade e Localidade.
O Movimento é nacional, mas se concretiza na vida paroquial e diocesana. Cada grupo deve estar inserido na sua paróquia, em comunhão com o pároco e as pastorais, evitando agir de forma isolada. A diocese é espaço de integração e formação, garantindo que os grupos caminhem juntos. A localidade (igreja/capela) onde o grupo se reúne deve ser um lugar de acolhida e oração, aberto à comunidade.
Usar os mesmos símbolos — Manual Oficial, Imagem Oficial, camisa/camiseta — não é formalismo, mas expressão de comunhão. Esses sinais nos lembram que fazemos parte de algo maior: um movimento nacional de oração do Terço e missão. Eles educam para a fraternidade, pois ninguém é dono do movimento; todos somos irmãos e servidores da mesma causa à serviço da construção da Igreja através dos Grupos do Terço. Unidade nacional se constrói com fidelidade à origem, respeito às orientações e vivência concreta da comunhão. Quando cada grupo assume esses elementos com amor e simplicidade, o Movimento cresce em fecundidade e testemunho. Maria, nossa Mãe e Rainha, é o vínculo que nos une e nos envia como homens de oração e serviço.
C. Problemas típicos em nossa caminhada e desafios como superar
- Desânimo / faltas → Acolher, telefonar, oferecer carona, ir ao encontro dos afastados.
- Vaidades / disputas → Escuta fraterna, voto de humildade e serviço; tudo pela causa da Mãe e Rainha e não pela minha causa.
- Diferenças paroquiais → Unidade na Eucaristia, respeito aos párocos, escuta aos coordenadores diocesanos.
- Tensões nas coordenações→ escuta atenciosa e integradora das orientações emitidas pelos assessores sacerdotais que buscam o bem da Igreja e de todos os fiéis. “Às vezes se perde para ganhar!”.
- Excesso de atividades → Priorizar a qualidade do terço semanal, missa, serviço na própria comunidade onde está o grupo. “Qualidade é maior que quantidade!”. Evitar as coordenações diocesanas em assumir projetos que tiram os homens do terço de suas comunidades.
3) Espiritualidade dos Homens do Terço Mãe Rainha
A. Pilares espirituais
- Aliança de Amor: Entregar-se à Nossa Senhora, porque Ela é nossa Mãe, Rainha e educadora. Maria. Que Ela nos eduque e nos conduza a Cristo!
- Capital de Graças: Converter sacrifícios, deveres e lutas diárias em graças para a minha missão e do grupo que participo.
- Santuário e Imagem Oficial do Terço dos Homens Mãe Rainha: O Santuário é nossa fonte de Graças. Maria desde sua Casa intercede e nos cuida como nossa Mãe e advogada.e envio; casa e caminho da família. A Imagem Oficial é fazer presente nos nossos grupos a lembrança do trono de Maria que é o Santuário. Por isso a Imagem tem o formato externo do Santuário da Mãe Rainha.
- Heroísmo cotidiano (Herói hoje!): Pequenas vitórias diárias. (pontualidade, pureza do olhar, justiça, paciência, honestidade, serviço).
B. Fidelidade à Missa: coração do programa
- Meta 2026-2027: aumentar a participação consciente nos nossos Grupos de crianças, jovens e adultos. Desde nossos grupos encaminhar para a Missa dominical e vida sacramental.
- Prática concreta:
Cada membro do grupo assumir a missão de cada semana convidar outro (criança-adolescentes/pais, jovens e homens) para vir ao grupo.
Ir à celebração da Santa Missa e se oferecer para ajudar na preparação da Missa (limpar, arrumar os bancos, música, leituras, acolhida, etc).
Chegar antes, fazer silêncio orante.
Ação de graças pós-Missa com uma dezena do terço.
C. Terço que educa e envia
- Proposta Individual – Semanalmente:
Rezar o terço sozinho e com a família.
Intenções: Igreja, pároco, doentes, famílias, jovens, Brasil, autoridades, missionários, paz mundial, etc.
Conclusão: consagração à Mãe e Rainha.
- Proposta Grupo – Semestralmente:
Rezar fora (praça, hospital, presídio, lar de idosos, rua), com autorização para cada evento do pároco. Sem debilitar o ritmo semanal do grupo.
4) Serviço de cada um dos Homens do Terço Mãe Rainha na Igreja e na sociedade.
A. Na paróquia
- Escutar o pároco e as necessidades reais.
- Assumir pastorais segundo dons: acolhida, liturgia, catequese de adultos, caridade, manutenção,etc.
- Ser ponte entre famílias e Igreja: participar da Campanha da Mãe Peregrina, renovação da Aliança nos dias 18 de cada mês. Em sintonia com orientações do pároco: benção das casas, visitas, etc.
B. Nas famílias
- Valorizar o matrimônio, paternidade, diálogo, perdão, oração em comum.
- Formar filhos/netos para o bem, a verdade e a santidade.
- Promover noites do terço nos lares com vizinhos e amigos.
C. Na sociedade (trabalho e cidadania)
- Ética no trabalho, honestidade, respeito, compromisso.
- Rejeitar violência, corrupção e ódio; promover reconciliação.
- Ações concretas: campanha de alimentos, mutirões solidários, cuidado com os pobres e vulneráveis.
5) Promoção de Coroação da Imagem Oficial do Terço dos Homens no Grupo.
Por que coroar?
Porque reconhecemos Maria como Mãe, Rainha e Educadora de nossas vidas, famílias e apostolado. A coroação é um ato de fé, amor e missão: pedimos que Ela reine e eduque nosso grupo, e oferecemos nosso heroísmo cotidiano como coroa viva. A exemplo de nossa Mãe e Rainha, nos oferecemos como servos e seus instrumentos. “Servus Mariae nunquam peribit!”
A. Metas das Coroações (2026-2027, …)
- Crescimento pedagógico na Fé. A coroação antes de ser um ato, é um processo pedagógico, algo que tem que tocar no coração de cada homem do Grupo. Para os grupos nesse processo, a Secretaria Nacional oferece o material de preparação para a Coroação (Preparação e Rito de Coroação e Coroa).
- Coroar as imagem do grupo (paróquia/comunidade). Os grupos que já coroaram podem estar fazendo a renovação da coroação. A coroação se faz na própria comunidade onde se encontra o grupo, para valorizar a comunidade e o grupo do Terço. Normalmente no final de uma celebração da Missa, previamente combinado com o pároco.
- Preparar espiritualmente cada grupo com o material oferecido pela Secretaria Nacional. O coordenador do grupo entrar em contato com a Secretaria Nacional através: http://www.tercodoshomens.org.br
- Fazer um registro. Anotar no livro do grupo, com data, local, intenções e compromissos deste momento de preparação e coroação do Grupo.
- Criar uma coroa viva: cada homem escolhe uma virtude e um ato concreto de heroísmo para viver diariamente. Estará no material oferecido para a preparação da Coroação do Grupo. Livrinho Setenário de Coroação, encontra-se na Secretaria Nacional.
6) Plano Anual de Formação/Espiritualidade (12 encontros)
A Secretaria Nacional oferece um tema por mês, a cada dia 18, para contribuir na formação e animação espiritual dos homens do Terço. Os temas serão desenvolvidos no canal do YouTube e disponibilizado para os homens do Terço. Os coordenadores promovem nos seus grupos para que todos possam aceder ao conteúdo. Durante as semanas do respectivo mês, o coordenador pode fazer menção do conteúdo em algum momento da oração do Terço semanal.
A. Ciclo de formação mensal (todo dia 18 do mês) Preparação para os 30 Anos do Movimento do Terço dos Homens Mãe Rainha – Jubileu de Pérola
Ano de 2026
- 18/Jan — Lema: Em diálogo com a vida, Herói hoje!; Ap 2,10; projeto pessoal.
- 18/Fev — Aliança de Amor: filiação, confiança, Capital de Graças.
- 18/Mar — Fidelidade à Missa: Eucaristia como fonte e cume.
- 18/Abr — Terço que educa: meditar a vida nos mistérios.
- 18/Mai — Maria Rainha: obediência, pureza, serviço.
- 18/Jun — Família e paternidade: diálogo, oração, perdão.
- 18/Jul — Trabalho e ética: honestidade e justiça.
- 18/Ago — Missão e Imagem Peregrina: visitas, lares, ruas.
- 18/Set — Unidade na fonte: simplicidade, perseverança,comunhão
- 18/Out — Santidade cotidiana: pequenas vitórias (heróicas).
- 18/Nov — Caridade organizada: serviço paroquial e social.
- 18/Dez — Revisão de vida e celebração: frutos e gratidão.
Ano de 2027
- 18/Jan — Chamados à Unidade: Como viver a comunhão no grupo e na Igreja, evitando divisões e fortalecendo vínculos fraternos.
- 18/Fev — Maria, Educadora de Líderes: A importância da humildade e do serviço na liderança dos grupos do Terço.
- 18/Mar — Fidelidade à Missa e ao Terço: A Eucaristia como fonte e cume da vida cristã e a oração do terço como caminho de santidade.
- 18/Abr — Santidade na Vida Diária: Pequenos heroísmos cotidianos que transformam o homem comum em discípulo missionário.
- 18/Mai — Apostolado Mariano: Como levar a Mãe Rainha às famílias e comunidades através da Imagem Peregrina e do testemunho. Cada homem do Terço ter uma imagem da Mãe Rainha em casa.
- 18/Jun — Formação Humana e Cristã: Virtudes essenciais para o homem do terço: honestidade, justiça, pureza e caridade.
- 18/Jul — Oração que Educa: Como rezar o terço de forma viva, meditando os mistérios à luz da vida concreta.
- 18/Ago — Serviço na Igreja: Inserção paroquial e diocesana do movimento, colaboração com pastorais e missão comunitária.
- 18/Set — Unidade Nacional: Símbolos que nos unem (Manual, imagem oficial, camisa/camiseta) e o sentido de pertencer à mesma família espiritual.
- 18/Out — Maria, Rainha da Família: Como fortalecer o matrimônio e a vida familiar através da oração e do exemplo.
- 18/Nov — Liderança Cristã: Evitando a luta pelo poder e a vaidade; liderança como serviço e não como projeção pessoal.
- 18/Dez — Espiritualidade Masculina: Como o terço resgata a presença do homem na Igreja.
7) Para se ter em vista no Biênio
- Materiais
- Logotipo oficial do Terço dos Homens Mãe Rainha nos materiais/banners, nos cards. materiais dos encontros, dos retiros.
- Imagem Oficial do Grupo do Terço dos Homens Mãe Rainha
- Livros: Manual Oficial do Terço, Livro 60 Perguntas – “Orientações Gerais e Pastorais para o Terço dos Homens, Consagração à Nossa Senhora dos Homens do Terço, Livrinho Coroação da Imagem Oficial Mãe Rainha no Grupo do Terço dos Homens.
- Bandeira, Terços, velas, cartazes/banners do lema, etc.
- Livro Herói Hoje e não amanhã. Sobre o Venerável João Luiz Pozzobon. Livro Vivendo em Aliança.
11) Encerramento: “Herói hoje!”
Ser “herói hoje” não é barulho nem fama; é fidelidade nas pequenas coisas, amor que serve, oração que sustenta, Missa que alimenta e missão que transforma.
Com Maria, nossa Mãe e Rainha, tudo é possível — unidade, espiritualidade e serviço florescem. Ap 2,10 nos garante: a coroa da vida é promessa para quem persevera.
O venerável João Luiz Pozzobon, através do Terço, transformou a sua realidade, de seu família, de sua localidade, de sua diocese e foi influenciador mundo afora. Foi um exemplo de herói nas pequenas coisas.